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Programação, curadoria e gestão 


Ana Bacelar Begonha (1998, Lisboa) trabalha como curadora, programadora cultural e jornalista. Licenciada em Artes e Humanidades pela Universidade de Lisboa (FLUL) e a Universidade de Barcelona (FGH-UB) com um Major em Arte e Património (2016-2019), tem também uma Pós-Graduação em Curadoria pela Universidade NOVA de Lisboa (NOVA-FCSH, 2019-2020). Actualmente estuda Jornalismo na mesma instituição e encontra-se a estagiar no PÚBLICO. Tem ainda formação em Cinema, tendo frequentado os cursos “Curso de Cinema Documental” do KINO-DOC (2016-2017) ou “O Ensaio Audiovisual e a Crítica de Cinema como Prática Criativa” da NOVA-FCSH (2016). Recentemente curou várias exposições como Bonecreiro no Museu de Olaria (2021), Ao Abrigo na raum.pt (2020), A cidade é a casa é a cidade é a casa na Galeria Liminare (2020) ou Barbeito na Casa-Museu Medeiros e Almeida (2020).


Guilherme Vilhena Martins (1996, Lisboa; vive em Berlim) trabalha como escritor, tradutor e curador e é licenciado em Filosofia pela Universidade Nova de Lisboa. Atualmente, frequenta o mestrado em Filosofia, com foco em Estética, na Freie Universität de Berlim. O seu trabalho literário consiste em crónicas, poemas e pequenos ensaios publicados em alguns projectos independentes em Portugal, como o La Maga, e um livro de poesia, Háptica, publicado em 2020 pela Douda Correria. A linha transversal ao seu trabalho - criativo, curatorial ou filosófico - é a tensão entre desejo e ficção, assim como o seu papel na construção de estruturas narrativas.

Luzia Carriço Cruz (1997, Lisboa; vive em Hamburgo) estuda escultura na Hochschule für bildende Künste. Iniciou os seus estudos na Faculdade de Belas Artes de Lisboa e estudou na Universität der Künste Berlin. Recentemente apresentou o seu trabalho na revista DOSE, e em exposições colectivas como na galeria Raum Linksrechts, HFBK, The Disgallery, e no Gängeviertel Hamburg. Curou o festival Easterfield com a Kunstverein Hamburg, no qual moderou também a discussão “Can we work together in a world that isolate us?”. A sua prática artística é uma pesquisa em torno de espaços íntimos, infraestruturas e formas de acelerar processos de degradação sobre diversos materiais, tais como o gesso e a porcelana. 

Tomás Agostinho (1993, Lisboa) estudou Engenharia antes de se focar em Filosofia, licenciando-se pela NOVA-FCSH, em Lisboa. Actualmente frequenta a Pós-Gradução em Estudos Visuais, com especialidade em Cinema e Fotografia, na mesma instituição. É co-produtor e co-autor dos Universos Paralelos, um podcast de cinema sobre universos ficcionais. Foi membro do CinemaParaIST, um cineclube universitário, parceiro de festivais nacionais, blogs e websites, e responsável pela cobertura de festivais. Como membro da Rádio Zero, uma rádio universitária e comunitária focada em promover trabalho experimental com uma matriz open-source, trabalhou para um acesso mais democratizado ao meio. Co-fundou o Sci-Fi Lx, um projecto internacional baseado em Lisboa, com o objectivo de promover e debater a importância da ficção científica na sociedade contemporânea. Para além de ter colaborado com festivais como o MOTELX, o IndieLisboa e a Monstra, curou e programou ciclos de cinema em associações culturais, cineclubes e universidades.

Design e comunicação

Giovana Jenkins (Setembro 2020 - Dezembro 2021)

Ran Altamirano (Junho - Agosto 2020) 
Nádia Alexandre (Outubro 2019 - Maio 2020)